“Foi uma sensação maravilhosa. Apesar de eu sempre ter acreditado no potencial dela e toda a sua rotina, foi um momento glorioso e de muita felicidade. Foi a última etapa dela antes de ingressar na faixa preta. Ele completou cinco anos de jiu-jitsu e o fato de já estar nesse patamar não é fácil. Ela sempre persiste até o último segundo de luta e isso me deixa muito orgulhoso. Agora é o início de uma nova etapa para ela dentro do jiu-jitsu, e ela é merecedora disso tudo”, comemorou.
“O Nicholas é um grande garoto e vem mostrando seu valor desde a faixa azul. Ele tem se dedicado muito aos treinamentos. Vem abdicando de muitas coisas, está morando na academia, longe da família, provando ser um verdadeiro samurai. Poucos são os lutadores que entram com tanta determinação e garra como ele. Ele fez uma campanha, que eu acho que nenhum faixa roxa conseguiu. A trajetória dele na (faixa) roxa foi impecável. É um garoto, mas com atitude de homem. Ele me dá um grande orgulho como professor”.
Multicampeão, Mário Reis, que conquistou o título Pan-Americano neste ano e é patrocinado pela Koral Fight Co., aproveitou para falar sobre sua atuação no Mundial. Apesar de ter ficado com o terceiro lugar, o gaúcho não se lamenta e considera que sua trajetória no torneio foi satisfatória.
“Achei que tive uma boa participação. Finalizei minhas duas primeiras lutas com um bom desempenho. Acabei perdendo na semifinal, em uma luta bem parelha. A luta estava 4 a 4, mas em um descuido meu acabei sendo finalizado. Todos sabem que na faixa preta não se pode vacilar, eu errei e fui derrotado por isso. Vou voltar ainda mais forte nas próximas competições”, concluiu.

