Competição conta com presença de Yan Cabral e do chef Felipe Bronze nas lutas especiais

Copa America Felipe Bronze

Copa America Felipe Bronze

 

Mais de 1200 atletas e aproximadamente 12 horas de lutas. Esses números resumem bem o que foi a 10ª edição da Copa América 2016, competição organizada pelo mestre Raphael Abi-Rihan, e que já contou pontos para o ranking 2017 da SJJSAF (Sport Jiu-Jitsu South American Federation).

 

A equipe campeã foi a GFTeam, seguida pela Nova União e com a Game Fight terminando em terceiro. Família Abi-Rihan e RHP Team ficaram em quarto e quinto, respectivamente.

De todas as edições da Copa América essa foi sem sombra de duvidas a melhor. Ter 1200 atletas inscritos numa competição no fim do ano, com o país passando por uma grave crise econômica, só comprova que temos credibilidade com a comunidade do jiu-jitsu. Quero agradecer a todos os parceiros que os ajudaram a fazer a melhor Copa América da história”, disse Raphael Abi-Rihan. 

Além dos combates equilibrados em todas as faixas, as lutas especiais também prenderam a atenção do público. Ao todo foram sete combates envolvendo atletas com necessidades especiais, sendo três deles com participações do o lutador de MMA e ex-atleta do UFC, Yan Cabral, do chef Felipe Bronze, e do artista plástico e grafiteiro Tomás Viana, o Toz.

 

Foi um momento único. Eu já lutei no UFC, que é o maior evento de lutas do mundo, mas isso aqui que eu vivi neste fim de semana não tem como comparar com nada. Essas pessoas são exemplo de vida para todos nós. Acho que muitos que reclamam da vida deveriam olhar o Jonathan e outros tantos como exemplo, sempre felizes, sempre alegres e praticando esporte. Isso só mostra que o jiu-jitsu é para todo mundo. Parabéns ao Abi-Rihan pelo evento e pela iniciativa”, disse Yan.

Copa America luta especial

Copa America luta especial

O faixa-marrom Felipe Bronze enalteceu as palavras de Yan e disse que a luta foi “especial” para ele.

Foi incrível participar. Essa luta é especial para mim, não para ele. Dá para ver que os atletas são muito felizes e eles nos mostram que a limitação muitas vezes está na nossa cabeça. Os caras superam qualquer obstáculo para estarem aqui, praticando o jiu-jitsu em alto nível. Então é muito bacana, um exemplo para vida toda”, explicou o chef. 

Ao final do evento, Raphael Abi-Rihan reiterou a importância do esporte para as pessoas com necessidades especiais.

Tratar o jiu-jitu como um instrumento de inclusão social e educação é um dever de todo professor. E eu, como organizador desse evento, tenho a minha responsabilidade multiplicada por dois. Ver o público aplaudindo de pé os atletas ao final das lutas me faz ter certeza de que estamos no caminho certo”, falou Abi-Rihan. 

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