Presidente do Brave detalha importância do Brasil para o evento: ‘Queremos ser a plataforma para o talento local’

O presidente do Brave Combat Federation Mohammed Shahid falou recentemente sobre os planos a médio e longo prazo do evento em entrevista ao programa de rádio do site norte-americano Sherdog. Como convidado do show, Shahid compartilhou sua visão sobre a importância do MMA brasileiro para que o Brave atinja o seu objetivo de se tornar uma promoção realmente global.

Mohammed Shahid. Foto: Assessoria

A um mês do segundo evento organizado no Brasil, o Brave 8: The Rise of Champions, que acontecerá em Curitiba, no dia 12 de agosto, Mohammed Shahid ainda falou sobre o que motivou a criação do Brave Combat Federation. Segundo o dirigente, a visão dos criadores do evento veio da necessidade de se criar uma plataforma para que talentos de vários países pudessem brilhar para o mundo inteiro. E poucos países têm o nível de talento que há no Brasil.

O modelo de eventos de MMA ficou muito focado nos negócios nos últimos anos. O foco está sempre em desenvolver a marca, o evento. Os promotores têm focado em fazer a marca ficar cada vez mais conhecida para vendê-la logo, e lucrar com isso. Então o que nós temos feito é o seguinte: queremos mudar a indústria do MMA nos próximos três ou cinco anos. E para fazermos isso, precisamos que o MMA seja realmente um esporte global. E é por isso que estamos levando o Brave para diferentes lugares do mundo. Nós queremos dar oportunidades para lutadores brasileiros, por exemplo. Nós sabemos que há eventos que têm a atenção do mundo todo, mas eles não dão realmente uma plataforma para atletas de todos os países e é isso que temos feito, começando pelo Brasil”, declarou Shahid.

O foco nos lutadores ao invés da promoção em si é o que diferencia o Brave Combat Federation das demais promoções. Porém, Shahid garante que a visão da companhia passa por ajudar a mudar a visão de promotores, colocando os atletas à frente da marca.

Normalmente, não basta aos lutadores saberem lutar. Se eles não souberem construir uma imagem, ter um marketing por trás deles, não vão ter sucesso. Mas para o Brave não ligamos para isso. Ligamos somente para o esporte. Como um evento, temos que ser corajosos e dar a plataforma para um lutador que tem talento. Dar a ele essa oportunidade, independente de tudo. Mesmo que você seja do Brasil, do México, da Europa ou do Oriente Médio. Você é um atleta de talento e precisa de uma plataforma, então venha conosco”.

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