Alexandre Capitão quer nocautear no WSOF 32

Brasileiro defende pela primeira vez o cinturão peso-pena do evento neste sábado, dia 30, em reencontro com Lance Palmer

Alexandre Capitão defende seu título pela primeira vez no WSOF 32 (Divulgação/WSOF)

Alexandre Capitão defende seu título pela primeira vez no WSOF 32 (Divulgação/WSOF)

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Após conquistar o título peso-pena (até 65,7kg) do World Series of Fighting, chegou a hora de defender o cobiçado cinturão para Alexandre “Capitão” Almeida. Neste sábado, dia 30 de julho, o brasileiro faz a co-luta principal do WSOF 32 diante do norte-americano Lance Palmer em Washington, capital dos Estados Unidos. O canal Esporte Interativo, através do EI Maxx 2, transmite o embate ao vivo, a partir das 23h30 (horário de Brasília).

Nova luta pela frente, mas o adversário é um velho conhecido de Capitão. Palmer era campeão da categoria e teve seu título tomado pelo manauara de 27 anos em dezembro do ano passado, em luta decidida de forma unânime pelos juízes laterais. Agora, porém, o atual campeão imagina que o reencontro não irá durar muito tempo.

Eu estou me sentindo muito bem, fiz um excelente camp, bem diferente da vez em que lutei contra o Palmer. Naquela época, estava com uma lesão na costela, e isso me atrapalhou. Agora, estou pronto, 100%, e vou nocautear no primeiro round”, almeja o lutador, dono de um cartel profissional com 18 vitórias e apenas cinco derrotas.

Morando há um ano em Las Vegas, nos Estados Unidos, Capitão superou a desconfiança no primeiro encontro com Lance Palmer, quando era azarão, e hoje é o dono do cinturão do WSOF. Sem pressão como desafiante, sem pressão também como campeão. “Não me deslumbro por título, então nada mudou para mim com relação aos treinos. Não treinaria menos por ser campeão. Pelo contrário, passei a me dedicar ainda mais. Não tenho pressão sobre os ombros. Estou à vontade como campeão, e assim vai continuar”, garante.

Alexandre Capitão representa a equipe Syndicate MMA, e desde que passou a treinar nos Estados Unidos evoluiu consideravelmente exatamente no ponto forte de seu primeiro desafiante: o wrestling. Ciente do perigo dos ataques de seu oponente, o brasileiro está totalmente seguro para soltar o jogo dentro do cage.

O Palmer tem boas quedas, mas é só isso. Ele só me derrubou em nossa primeira luta por conta da minha lesão, não conseguia defender bem. Agora, caso ele consiga me derrubar, estou bem tranquilo. Trabalho bem meu jiu-jitsu de costas no chão, mas acho que ele não terá tempo para tentar me derrubar. Vou acabar com a luta antes disso”, encerra o campeão, confiante em novo triunfo.

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