Para Alan Nuguette, incentivo ao esporte é fundamental para salvar vidas no Brasil

Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images)

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Foi nas ruas de Brasília, onde viveu e trabalhou como engraxate durante quase sete anos, que Alan Nuguette, hoje lutador profissional do Ultimate Fighting Championship, conheceu o projeto social que mudaria sua vida.

O então menino de rua passou a dividir seus dias entre o trabalho e a capoeira, esporte que, pela primeira vez, permitiu que Alan sonhasse com uma vida melhor.

Foi muito difícil porque eu ficava o dia inteiro na rua trabalhando como engraxate e a noite eu ia treinar a capoeira em uma escola que ficava na quadra 206 Sul em Brasília. Desde o início eu acreditava em uma mudança na minha vida através do esporte. Foi quando comecei a sonhar em ser alguém, viajar com a capoeira, me destacar”.

Já consagrado no MMA, Nuguette conseguiu tudo graças ao esporte. Sem as condições ideais para treinar na adolescência, Alan faz questão de manter alguns projetos sociais pelo Brasil, e acredita que eles são fundamentais não só para o surgimento de novos talentos no país, mas principalmente para salvar a vida de muitos jovens carentes.

Foto: Assessoria

Foto: Assessoria

Fui saber através desse projeto que eu poderia mudar minha vida. É isso que eu passo para as crianças dos meus projetos sociais espalhados pelo Brasil. É a chance da vida deles, tudo que eu queria no inicio era um tatame para treinar, hoje eles têm essa oportunidade que não tive. É muito gratificante saber que eu posso ajudar essas molecada através do esporte”.

Sem esquecer o passado, Alan segue fazendo planos para o futuro. Com 14 vitórias e apenas uma derrota na carreira, o objetivo do atleta da X-Gym é entrar no Top 10 da categoria peso-leve para depois buscar o tão sonhado título do UFC. Quanto ao futuro do MMA no Brasil, Nuguette vê potencial, mas acredita que ainda estamos atrás de muitos países que investem com seriedade no esporte.

Eu vejo uma crescente cada dia melhor aqui no Brasil. Temos muitos talentos, o que falta um pouco é apoio. Tanto o governo quanto as empresas privadas devem apoiar nosso esporte. O MMA é o esporte que mais cresce no mundo e não podemos fechar os olhos para esse mercado. Já para 2017, tomara que venham bons combates e mais vitórias. Entrar no top 10 do mundo é o objetivo agora. Depois vamos pensar no cinturão”.

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